Pranto
Quantas vezes dei por mim a soluçar, à espera de ouvir palavras de conforto, segurança, de forma a amenizar esta dor...
Tantas foram as gotas que derramei, não foram as suficientes ao te ver partir...
O aperto no estômago ditando as horas de fraqueza, em troca de insultos para uma sola gasta...
De que vale apertar a cerca do coração, se já não cavalgo de livre vontade, transpondo a vedação...
Partiste com mentiras e desejos falsos que outrora me pareceram credíveis, fórmula vazia e fria que há-de um dia atormentar-te...
O cérebro assimilou todas as palavras que cuspiste para o ar, rasgando o vento e perscrutando pelos meus ouvidos...
Pedacinhos do meu calor começavam a levitar, transformando-os numa pedra-pomes da rejeição, falta de autonomia cardíaca...
Momentos contidos, de silêncio forçado invadiam-me a angústia penetrando o meu ser, exprimindo a existência...
Enganado...por ser como sou, por ser quem sou, transponho assim os restos do que fui para vós...lágrimas soltas.
Tantas foram as gotas que derramei, não foram as suficientes ao te ver partir...
O aperto no estômago ditando as horas de fraqueza, em troca de insultos para uma sola gasta...
De que vale apertar a cerca do coração, se já não cavalgo de livre vontade, transpondo a vedação...
Partiste com mentiras e desejos falsos que outrora me pareceram credíveis, fórmula vazia e fria que há-de um dia atormentar-te...
O cérebro assimilou todas as palavras que cuspiste para o ar, rasgando o vento e perscrutando pelos meus ouvidos...
Pedacinhos do meu calor começavam a levitar, transformando-os numa pedra-pomes da rejeição, falta de autonomia cardíaca...
Momentos contidos, de silêncio forçado invadiam-me a angústia penetrando o meu ser, exprimindo a existência...
Enganado...por ser como sou, por ser quem sou, transponho assim os restos do que fui para vós...lágrimas soltas.
