Ficções Científicas & Fantásticas - Vários

Todos os lançamentos e opiniões cuja categorização não caiba nos sub-fórums alfabéticos permanecem aqui.
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Re: Ficções à portuguesa

Postby pco69 » 13 Feb 2008 16:05

Vivam os renascimentos dos posts :lol2:
Viva ainda mais o debate de ideias :mrgreen4nw:
Vivam os criticos que emitem opiniões :devil:

E agora os meus cinco cêntimos para a actual discussão....

Há pessoas que eu gosto de ler as opiniões, porque ao longo do tempo ficou demonstrado que o gosto literario é similar ao meu.
Se eles dizem que um determinado livro é bosta....eu poupo o dinheiro da sua compra e vou comprar outro :devil: .

Tenho mais de 40 anos e como tal já seleccionei o rebanho que quero seguir.
Sim, porque todos nós seguimos rebanhos, quanto mais não seja, o rebanho dos que não seguem rebanhos :lol2:
Fenómenos desencadeantes de enfarte do miocárdio

Esforços físicos, stress psíquico, digestão de alimentos, coito, tempo frio, vento de frente e esforços a princípio da manhã.

Ou seja, é extremamente perigoso fazer sexo ao ar livre com vento de frente, após ter tomado o pequeno almoço numa manhã de inverno...

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Re: Ficções à portuguesa

Postby Thanatos » 14 Feb 2008 00:51

Fernando Trevisan com uma resenha crítica sobre Por Universos Nunca Dantes Navegados.
Não importa como, não importa quando, não importa onde, a culpa será sempre do T!

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Re: Ficções à portuguesa

Postby Thanatos » 15 Feb 2008 11:35

Um artigo interessante sobre criticismo: http://zenhabits.net/2007/10/how-to-give-k...being-critical/
Não importa como, não importa quando, não importa onde, a culpa será sempre do T!

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Re: Ficções à portuguesa

Postby pco69 » 15 Feb 2008 22:33

Cerridwen wrote:...Indique-me lá onde é que algum outro user sem ser o sr. utilizou o conceito «salvação da pátria» aplicado à questão da crítica. ...


ái :mrgreen4nw: .....
até a mim me doeu . :whistling: ....
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Re: Ficções à portuguesa

Postby Steerpike » 18 Feb 2008 13:11

pco69 wrote:ái :mrgreen4nw: .....
até a mim me doeu . :whistling: ....


Estás muito satisfeito, estás . . . Do que tu gostas é sangue. :wink:

Abraços,
Luís
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Re: Ficções à portuguesa

Postby pco69 » 18 Feb 2008 14:37

Steerpike wrote:
pco69 wrote:ái :mrgreen4nw: .....
até a mim me doeu . :whistling: ....


Estás muito satisfeito, estás . . . Do que tu gostas é sangue. :wink:

Abraços,
Luís


Por acaso, já reparei que um thread destes, para ter movimento, precisa de ter 'sangue', no sentido de haver vozes discordantes com o geral do tema.

Quando todos concordamos, não há discussão de ideias.
Embora não concordasse como o Itsfullofstars achei muito bem
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Re: Ficções à portuguesa

Postby pco69 » 18 Feb 2008 15:00

Steerpike wrote:
pco69 wrote:ái :mrgreen4nw: .....
até a mim me doeu . :whistling: ....


Estás muito satisfeito, estás . . . Do que tu gostas é sangue. :wink:

Abraços,
Luís


Por acaso, já reparei que um thread destes, para ter movimento, precisa de ter 'sangue', no sentido de haver vozes discordantes com o geral do tema.

Quando todos concordamos, não há discussão de ideias e na minha opinião, não há evolução. Embora não concordasse com o Itsfullofstars achei muito bem e fiquei muito satisfeito por ele ter aparecido e exposto as suas opiniões, até porque foram os seus post iniciais que despoletaram a polémica e posterior discussão de ideias.

Portanto, um 'postezinho' aqui e alí a 'picar' só faz é bem a um forum :mrgreen4nw:
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Re: Ficções à portuguesa

Postby Thanatos » 18 Feb 2008 17:03

pco69 wrote:
Steerpike wrote:
pco69 wrote:ái :mrgreen4nw: .....
até a mim me doeu . :whistling: ....


Estás muito satisfeito, estás . . . Do que tu gostas é sangue. :wink:

Abraços,
Luís


Por acaso, já reparei que um thread destes, para ter movimento, precisa de ter 'sangue', no sentido de haver vozes discordantes com o geral do tema.

Quando todos concordamos, não há discussão de ideias e na minha opinião, não há evolução. Embora não concordasse com o Itsfullofstars achei muito bem e fiquei muito satisfeito por ele ter aparecido e exposto as suas opiniões, até porque foram os seus post iniciais que despoletaram a polémica e posterior discussão de ideias.

Portanto, um 'postezinho' aqui e alí a 'picar' só faz é bem a um forum :mrgreen4nw:


Sou sempre a favor da salutar discussão dos pontos de vista, da exposição dos argumentos e do esgrimir de opiniões. Penso ainda e hoje que essa é a inerência fundamental dum fórum. Acontece é que também sei separar a linha entre a discussão espontânea que surge do diferendo de opiniões/ideias e o "atiçar" da matilha apenas com o intuito de provocar assanhamentos e discussões inúteis que em nada relevam.

Como moderador e quem me conhece sabe que sou um gajo bastante paciente e compreensivo, gosto como qualquer outro duma provocaçãozinha e duma brincadeira e a única altura em que intervenho é na questão do uso de linguagem menos apropriada ou o vitupério gratuito e chão manchando o bom nome pessoal a que cada um de nós tem direito.

Mas também sei ver os limites. E sei impô-los. Digamos que na questão vertente esses limites do "picanço" estão a chegar perigosamente à zona do amarelo sem nenhuma necessidade de assim o ser. Poderia ser drástico o suficiente para dizer que já há bastantes posts atrás que se entrou definitivamente em off-topic. Não o fiz porque reconheço o direito a cada um expressar-se livremente bem como o direito do contraditório. Mas reconheço isso apenas em relação a posts que acrescentem algo à discussão em causa. Lamentavelmente não o posso reconhecer em relação a posts que se limitam a tentar deitar óleo na fogueira.

Para já fica por aqui este alerta.
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Re: Ficções à portuguesa

Postby Lovecraft » 24 Jul 2009 01:28

Thanatos wrote:[img]http://img.photobucket.com/albums/v240/Thanabur/FC_F.jpg[/img]
Ficções Científicas & Fantásticas, Miguel Neto, editor (Edições Chimpanzé Intelectual 978-989-95269-0-8, 150 pgs., capa mole) Capa de João Maio Pinto

[img]http://img.photobucket.com/albums/v240/Thanabur/contos_terror-1.jpg[/img]
Contos de Terror do Homem-Peixe, Miguel Neto e Pedro Souto, editores (Edições Chimpanzé Intelectual 978-989-95269-2-1, 214 pgs., capa mole) Capa de João Maio Pinto

[img]http://img.photobucket.com/albums/v240/Thanabur/sombra_lisboa.jpg[/img]
A Sombra sobre Lisboa – Contos Lovecraftianos na Cidade das Sete Colinas, Luís Corte Real, editor (Saída de Emergência 978-972-8839-68-0, 464 pgs., capa mole)

[img]http://img.photobucket.com/albums/v240/Thanabur/universos.jpg[/img]
Por Universos Nunca Dantes Navegados – Antologia da Nova Literatura Fantástica em Língua Portuguesa, Luís Filipe Silva, editor (978-989-20-0887-5, 262 pgs., capa mole) Capa de Markus Vogt





A literatura de género em Portugal, e por género refiro-me essencialmente à ficção científica, ao horror e à fantasia, embora naturalmente até o policial coubesse nesta apreciação pessoal, é uma miragem em tudo semelhante à que os afoitos viajantes dos desertos da África do Norte sentem em determinadas horas do dia. E como miragem que é por vezes somos tentados a correr ao encontro dum oásis apenas para descobrirmos que estamos perante uma lagoa de areia seca e inerte.

Assim foi a sensação que me ficou após a leitura de duas colectâneas de contos duma nova editora que em pouco mais de um ano arriscou trazer ao público português os géneros da ficção científica e do terror. A iniciativa em si merece todos os aplausos não fosse a execução final cair tão longe do óptimo e defraudar violentamente as expectativas dos leitores ávidos de produção nacional. Tal como o viajante no mencionado deserto cedemos, mais uma vez, à miragem.

Mas comecemos pelo princípio que é como quem diz pela Ficções Científicas & Fantásticas, colectânea de contos onde vamos encontrar os suspeitos do costume como sejam João Barreiros ou Luís Filipe Silva e outros menos habituais nestas andanças como por exemplo Rui Zink ou Clara Pinto Correia.

A colectânea abre logo com um texto de Rui Zink, Páginas Arrancadas à História, que pretende num misto de humor negro e paradoxo temporal construir um conto que poderia ser uma excelente sátira ao despotismo e à inevitabilidade da história mas que por causa dum tom humorista que nunca se leva demasiado a sério (sim, porque até o humor para ser eficaz precisa levar-se a sério) cai na paródia disparatada. Como conto interessado no paradoxo da avozinha também não apresenta nada de novo ao habituée do género antes se ficando pelas meias-tintas. A bibliografia resumida no final tresanda a presunção bastando constatar que mistura tanto Calvino como James Cameron e a nota à laia de epílogo é duma indigência que faz uma pessoa interrogar-se se ao menos alguma vez Zink se deu ao trabalho de ler uma nota da LUSA para ao menos emular correctamente o estilo das mesmas. Mas claro que num país em que alguns autores laboram sob a máxima "para quem é, bacalhau basta" não podíamos pedir mais. Ou podíamos?

Adiante.

Segue-se O Holocausto e o Testamento de Laura Carvalho pela mão de David Soares e que provavelmente é o conto que permite o rótulo Fantástico estar presente na capa do livro. Para quem me conhece da anterior opinião ao livro de contos do autor, Os Ossos do Arco-Íris, sabe que não morro de amores pela escrita de Soares. E talvez por isso este conto me tenha surpreendido pela positiva porque, de facto e logo à partida, não esperava nada de mais, e tendo em conta o início pouco auspicioso da colectânea digamos que todas as expectativas estavam em baixo. Os protagonistas do conto, Laura e o advogado estão suficientemente bem caracterizados para ganharem vida no papel e a presença epistolar de Daniel é sempre suficientemente ambígua por forma a que durante a leitura eu esperasse um desfecho que não se concretizou, pelo que, e mais que não fosse só pela mestria demonstrada em conseguir subverter as expectativas, eu colocaria este conto entre uma das melhores e mais honestas prestações da colectânea.

Uma Noite na Periferia do Império de João Barreiros é um conto já bem conhecido do público português que segue este autor de perto. Para quem o leia pela primeira vez será, decerto, uma agradável surpresa na relativa aridez de FC que encontramos nesta colectânea que se diz de FC. E isto porque Barreiros escreve sem vergonha e sem pudores uma FC descaradamente humorista mas que, ao contrário de Zink, nunca resvala para a paródia inane antes mantendo um punho forte num estilo marcadamente sarcástico, sombrio e pontuado amiúde com referências cinéfilas e literárias enquanto mergulha de cabeça nos melhores e mais conhecidos tropos da FC anglo-saxónica. Isto já para não falar da conhecida fobia ao Poupas da Rua Sésamo que Barreiros nunca se cansa de humilhar, degradar e matar com o "máximo de prejuízo" para usar uma expressão muito sua.

Temos neste conto uma Lisboa degradada, à beira do colapso civil, em que os bairros são autênticas zonas de guerra e à qual chega um embaixador cultural dos Croap'tic coadjuvado pelo seu ajudante lemuriano que mediante uma ligação neuronal serve de intérprete e mãos do embaixador. Envolvido numa verdadeira teia de burocracia, mal-entendidos, taxistas desonestos e greves selvagens o embaixador vê-se sorvido numa espiral fatal que traz à memória os melhores contos de R. A. Lafferty ou Howard Waldrop.

Infelizmente os dois contos anteriores representam o zénite da colectânea e a partir daqui será (quase) sempre a descer até ao abissal conto de Manuel João Vieira que a encerra.

(continua)




Depois de ter andado a fazer alguns comentários pelo Correio do Fantástico, mais propriamente em:

http://correiodofantastico.wordpress.com/2...mo/#comment-598

e como este tem censura prévia, aqui fica reproduzido um comentário que lá deixei a propósito do fandom:



Álvaro Holstein O seu comentário aguarda moderação.
O problema começa logo aqui:

«Em Portugal, pelo contrário, os fans movem-se como traças, irresistivelmente atraídas para uma lâmpada, apenas para se afastarem subitamente quando a chama das resistências eléctricas lhes queima a ponta das asas. E mantêm-se à distância, desconfiados, ensaiando aproximações amedrontadas.

Este comportamento atípico (como veremos infra revelador de um antagonismo do fandom ao próprio género) só muito raramente dá azo a que surjam eventos de uma magnitude capaz de sinalizar a vitalidade do género.» ( o artigo completo está aqui: http://spaceshipdown.blogspot.com/2009/07/...o-fandom-1.html e http://spaceshipdown.blogspot.com/2009/07/...-fandom-2.html )

quando João Seixas, faz este tipo de análise que reflecte o que ele realmente pensa sobre o fandom. Na verdade o antagonismo não do fandom ao género, é daqueles que criam capelas e se assumen como fandom, isto numa primeira fase e depois como grandes educadores.

Ao contrário do que aparece no artigo, a que ele chama ensaio, não se criou «pela primeira vez em Portugal, com quase 70 anos de atraso, uma Associação de Fans.», pelo simples facto que já tinha sido criada e só por isso a nova teve de levar o Simetria atrás. E já agora será que alguém me diz com quantas pessoas foi formada a Simetria? e quantos deles eram fans?

Logo depois afirma:

«Esses Encontros, que reuniram em massa o Fandom português, que trouxeram a Portugal pela primeira vez autores da craveira de Brian Aldiss, Joan D. Vinge, Joe Haldeman, Charles N. Brown ou David Pringle, e nos quais foi apresentada ao público a obra máxima da FC lusa – TERRARIUM, Um Romance em Mosaicos (7) – constituíram – e constituem até hoje – um marco irrepetível na evolução do género.»

o que será verdade se mais ninguém fizer nada e não deixa de ser de referir que foi aí que se fez e lançaram as bases para um encontro ibérico de fc. Estranho é tal nunca aparecer em notícia ou texto algum. Porque será?

Como se não fosse suficiente aparece depois no texto:

«… … … a Simetria entrou numa dinâmica de desagregação patológica, provocando, um atrás do outro, os diversos incidentes que, no fandom ficaram conhecidos como Barreirosgate, Candeiasgate e Goblingate.»

Depois de afirmações deste tipo com todos estes gates é bom de perceber o porquê de não existir fandom e a continuar assim nunca haverá.

O que se continua a esquecer ou a ignorar propositadamente é que o fandom, é composto pelos que "adoram" a FC e F, e não pelos que tem como única preocupação tentar mostrar que são os melhores e assim apenas dele se aproximam para puderem cumprir as suas agendas pessoais.






Quanto a estas antologias e a textos que aparecem em e-zines e revistas de FC, F e Terror, dentro em breve cá virei comentar.

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Re: Ficções à portuguesa

Postby Thanatos » 24 Jul 2009 08:00

Espera aí... Lovecraft... tu és o Holstein?? Se és o mundo é de facto pequeno. Há muitos aninhos se bem me recordo cheguei a contactar-te por via da tua página na web (salvo uma uma do Geocities).

Foi só um àparte. :biggrin:
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Re: Ficções à portuguesa

Postby grayfox » 24 Jul 2009 12:22

Thanatos wrote:Espera aí... Lovecraft... tu és o Holstein?? Se és o mundo é de facto pequeno. Há muitos aninhos se bem me recordo cheguei a contactar-te por via da tua página na web (salvo uma uma do Geocities).

Foi só um àparte. :biggrin:


Já imaginavamos que voces se conheciam :smile:
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Re: Ficções à portuguesa

Postby Gaminha » 24 Jul 2009 12:23

grayfoxpt wrote:
Thanatos wrote:Espera aí... Lovecraft... tu és o Holstein?? Se és o mundo é de facto pequeno. Há muitos aninhos se bem me recordo cheguei a contactar-te por via da tua página na web (salvo uma uma do Geocities).

Foi só um àparte. :biggrin:


Já imaginavamos que voces se conheciam :smile:


com algum receio até... lol

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Re: Ficções à portuguesa

Postby grayfox » 24 Jul 2009 12:25

Gaminha wrote:com algum receio até... lol

pois pois...

meio a propósito, andará algum hackaro no Correio do Fantástico?
A melhor assinatura chinesa da actualidade.

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Re: Ficções à portuguesa

Postby Thanatos » 24 Jul 2009 13:10

grayfoxpt wrote:
Gaminha wrote:com algum receio até... lol

pois pois...

meio a propósito, andará algum hackaro no Correio do Fantástico?



Mas receio porquê? Que me lembre o Lovecraft não me deve dinheiro nenhum :devil2:

E respondendo ao Gray parece que sim porque o responsável chegou a meter um post acerca dum ataque de hacker. Eu cá fico sempre a pensar quem é que tem tanto tempo livre para andar a hackar seja o que for. Ou então já há kits de hackagem tão práticos que é como ligar o MSN. Só não entendo é o que se ganha com essas manobras. Ao fim e ao cabo nunca nenhum pode vir a praça pública vangloriar-se. Enfim...
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Re: Ficções à portuguesa

Postby Steerpike » 24 Jul 2009 19:15

Lovecraft wrote:«… … … a Simetria entrou numa dinâmica de desagregação patológica, provocando, um atrás do outro, os diversos incidentes que, no fandom ficaram conhecidos como Barreirosgate, Candeiasgate e Goblingate.»

Depois de afirmações deste tipo com todos estes gates é bom de perceber o porquê de não existir fandom e a continuar assim nunca haverá.


Também acho mal que o Seixas se tenha esquecido do Ur-gate simétrico, o Holsteingate.

Lovecraft wrote:O que se continua a esquecer ou a ignorar propositadamente é que o fandom, é composto pelos que "adoram" a FC e F


Acho que nunca ninguém disse o contrário, mas é preciso que se faça uma ressalva importante: "fandom" é geralmente definido como uma comunidade de fãs activos e em contacto uns com os outros. Daí que um ermita nas Berlengas não possa pertencer ao fandom mesmo que goste MUITO de ficção científica.

Abraços,
Luís
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